domingo, 26 de fevereiro de 2017

VOTO DE PESAR E CONDOLÊNCIAS

Em Sessão Ordinária da Assembleia Geral da ADPA – Associação da Defesa do Património Arouquense, realizada no passado dia 25 de Fevereiro de 2017, sob proposta da Direcção, foi aprovado pela unanimidade dos associados presentes um VOTO DE PESAR E CONDOLÊNCIAS pelo falecimento do associado n.º 50, Sr. Arqt.º Fernando Augusto Abrunhosa de Brito, residente na cidade do Porto.

Arouca, 26 de Fevereiro de 2017.

O presidente da Mesa da Assembleia Geral
António Jorge Brandão de Pinho

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

Pintura alusiva à "Circuncisão do Menino Jesus", originária da Igreja de Rossas, foi objecto de conservação, restauro e Dissertação de Mestrado

A Circuncisão do Menino Jesus
(204,5cm x 150,5cm x 3cm)
Século XVII
SMP

Foi recentemente feita a apresentação pública do trabalho que teve por objecto a investigação, conservação e restauro da pintura "A Circuncisão do Menino Jesus", originária da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Conceição de Rossas, Arouca, e hoje pertencente à colecção particular do Seminário Maior de Nossa Senhora da Conceição do Porto, levado a cabo pela Sra. Dra. Susana Catarina Silva Mendes, e que contou com a colaboração do Dr. António Brandão de Pinho, presidente da Mesa da Assembleia-Geral da Associação de Defesa do Património Arouquense, que há alguns anos a esta parte se tem debruçando sobre a história da paróquia e freguesia de Rossas. De resto, também ele investigou e estudou o paradeiro e história das pinturas outrora pertencentes à Igreja de Rossas, conforme se pode consultar de págs. 194 a 202 do seu trabalho "Rossas e a Ordem de Malta", editado pela ADPA, em Dezembro de 2015.
Mote para uma Dissertação de Mestrado, epigrafada "A conservação e restauro da pintura A Circuncisão do Menino Jesus da coleção particular do Seminário Maior de Nossa Senhora da Conceição do Porto", defendida no âmbito do Mestrado em Conservação e Restauro de Bens Culturais da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa, este trabalho e investigação teórico-prática, revela um estudo exaustivo, com cerca de 190 páginas, que muito vem contribuir para o conhecimento do tema em apreço, valorização da pintura e, também assim, da história da própria Igreja Matriz de Rossas.
Uma vez aqui chegados, António Brandão de Pinho deseja que, não sendo já hoje possível fazer retomar as antigas quatro pinturas outrora pertencentes à Igreja de Rossas e actualmente (desde os anos 50 do século passado) pertencentes à colecção particular do Seminário Maior do Porto, seja possível, pelo menos, fazer réplicas das mesmas para colocar na Igreja Matriz ou Museu Paroquial de Rossas e que, nas originais, agora todas expostas no Seminário Maior do Porto, sejam colocadas legendas com o local de proveniência. Oxalá assim aconteça!